Encontro de Formação para os CPP e CPC da Forania Florianópolis Continente

Na noite da última terça-feira, 28 de maio, aconteceu o Encontro de Formação para os CPP e CPC da Forania Florianópolis Continente.

O encontro que aconteceu na paróquia São José e Santa Rita de Cássia, no Jardim Atlântico, reuniu os coordenadores e administradores econômicos de CPC da Matriz e das Comunidades, assim como do CPP de cada Paróquia da Forania que abrange as seguintes comunidades: Balneário, Capoeiras, Coloninha, Coqueiros, Estreito e Jardim Atlântico.

Colaboração de conteúdo: Deise Medeiros.

Comunidade paroquial celebra a Festa em honra a Santa Rita de Cássia

Do 24 a 26 de maio, a Paróquia São José e Santa Rita de Cássia celebrou a Festa em honra a sua padroeira. Devoção e alegria marcaram os três dias de festividade.

Celebrações Solenes, Show de Prêmios, Jantar e Almoço Festivo fizeram parte da programação que reuniu um grande numero de fiéis.

Colaboração de conteúdo: Ana Paula, Deise Medeiros, Maria e Thayná Holanda.

Paróquia celebra Missa Solene com Procissão em honra a Santa Rita

Na noite de terça-feira, 22 de maio, a paróquia celebrou Missa Solene com Procissão em honra a Santa Rita de Cássia. A noite foi de grandes bênçãos.

Muitos devotos presentes se deslocaram de outras localidades para celebrar no Jardim Atlântico.

Não faltaram agradecimentos a Deus e ao Pároco Padre Hélio da Cunha por seu empenho, carinho e por sua liderança.

“Santa Rita de Cássia, Rogai pelo nós!”

Colaboração de conteúdo: Ana Paula e Maria Nelicia.

Grupo de Oração Jovem Yeshua promove partida de futebol

Na última quinta-feira, 16 de maio, o Grupo de Oração Jovem Yeshua promoveu um momento de lazer. Junto com o Grupo de Oração Jovem Ressurreição, do Kobrasol, realizaram uma excelente e divertida partida de futebol.

Após a partida mais descontração, durante um lanche oferecido pelo Grupo Yashua.

O resultado do jogo foi de 1 X 0 e o time campeão foi o visitante, Grupo Ressureição.

Colaboração de conteúdo: Deise Medeiros.

Padres da Arquidiocese participam de curso de formação permanente

Num clima de muita harmonia, alegria e fraternidade, 37 presbíteros da Arquidiocese de Florianópolis participaram, nos dias 14 e 15 de maio, no Centro de Evangelização Angelino Rosa (CEAR), em Governador Celso Ramos, de mais um encontro de formação permanente. A formação é um fato que se impõe por si mesma. Também o padre sempre tem algo novo a aprender ou rever em sua vida.

O Padre dr. Rafael Alex Lima da Silva, pároco da Paróquia São Judas Tadeu, em São José, e professor da Faculdade Católica de Santa Catarina (FACASC), com competência e serenidade, assessorou o encontro que teve como tema: “Preparação, prática e presidência dos sacramentos na vida pessoal do presbítero”, à luz das novas Orientações Canônico-pastorais para os Sacramentos, recentemente aprovadas.

“Muitas ideias novas foram apresentadas sobre a importância da Liturgia na vida do padre, articulada com a vida da comunidade, na Assembleia que celebra, vive a sua fé e acolhe a Palavra de Deus. Foram apresentadas situações vividas que vão exigir um pouco mais do padre, na presidência das celebrações, especialmente da Eucaristia e que poderão dar nova visibilidade nessa caminhada de oração e de ação pastoral. Estou gostando muito do encontro, pois já faz 25 anos que concluí o Curso de Teologia e muita coisa já esqueci. O curso é um novo aprendizado e nos atualiza”, afirmou Pe. Antônio.

Que o encontro atinja mesmo que indiretamente, todos os presbíteros da Arquidiocese de Florianópolis, ajudando-os a terem uma postura que responda com qualidade a sua missão de presidentes das celebrações nas igrejas da Arquidiocese de Florianópolis.

Por Pe. Francisco Wloch
Pároco da Paróquia Nossa Senhora de Azambuja
Reitor do Seminário de Azambuja

Mães recebem homenagens e a bênção durante celebração neste domingo

A paróquia celebrou neste 4º Domingo da Páscoa, em que a Igreja do mundo todo unida celebra ao olhar para Jesus Cristo, o Bom Pastor, também o Dia das Mães.

Durante a celebração, jovens da Crisma foram leitores e realizaram uma homenagem às mães. As crianças da Iniciação a Vida Cristã fizeram as preces e uma criança cantou o salmo. Outra pequena criança, cantou também uma canção em homenagem às mães.

Foi uma noite abençoada com a participação das crianças e jovens. Além disso, as mães foram homenageadas com um lindo vídeo. Padre Hélio, como sempre, conduziu a missa com amor e valorizou a celebração desta data especial, para aquela que a exemplo de Maria, deu seu SIM a vida.

Comunhão e novos caminhos: episcopado brasileiro conclui 57ª Assembleia Geral

Nesta sexta-feira, 10 de maio, bispos de todo o Brasil se despedem do Santuário Nacional de Aparecida (SP), onde, desde o dia primeiro de maio, acontece a 57ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Além da aprovação do texto das novas Diretrizes para a Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, a Assembleia foi um espaço de escolha dos novos representantes da Conferência em âmbito nacional e em 16 dos 18 Regionais.

O episcopado brasileiro elegeu na última segunda-feira, 06 de maio, dom Walmor Oliveira de Azevedo, como presidente; dom Jaime Spengler, como vice-presidente; dom Mário Antônio da Silva, como segundo vice-presidente e dom Joel Portella Amado como secretário geral da CNBB. Já os bispos de Santa Catarina escolheram dom Severino Clasen, como presidente; dom Francisco Carlos Bach, como vice-presidente e dom Mário Marquez como secretário da CNBB Sul 4.

Também, o até então presidente do Regional Sul 4, dom João Francisco Salm, foi eleito presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada. Já dom Odelir José Magri foi eleito presidente para a Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária.

Participaram da Assembleia Geral da CNBB os dez bispos titulares das dioceses catarinenses. Dom Angélico Bernardino, bispo emérito de Blumenau, também marcou presença do evento.

Comunicação – Durante a 57ª Assembleia Geral da CNBB, a Assessoria de Comunicação do Regional Sul 4, diretamente de Aparecida (SP), levou a todo o povo catarinense as principais informações deste grande momento da Igreja no Brasil. Foram dez dias de cobertura total do evento com produções instantâneas para o portal cnbbsul4.org.br, redes sociais e parcerias com as Assessorias de Imprensa das Dioceses de Santa Catarina, Pascom Regional e mais de 20 rádios católicas catarinenses e de outros estados do Brasil. Durante os 5 primeiros dias de Assembleia a página oficial do Regional Sul 4 no Facebook ultrapassou a marca dos 120.000 acesso.

Por CNBBSul4

Os bispos do Brasil em sua 57ª Assembleia Geral emitem “Mensagem da CNBB ao povo brasileiro

O Episcopado brasileiro, reunido em sua 57ª Assembleia Geral, de 1º a 10 de maio, em Aparecida (SP) emitiu hoje a “Mensagem da CNBB ao povo brasileiro”. No documento, os bispos alertam que a opção por um liberalismo exacerbado e perverso, que desidrata o Estado quase ao ponto de eliminá-lo, ignorando as políticas sociais de vital importância para a maioria da população, favorece o aumento das desigualdades e a concentração de renda em níveis intoleráveis, tornando os ricos mais ricos à custa dos pobres cada vez mais pobres.

O documento chama a atenção para os graves problemas vividos pelos brasileiros como o crescente desemprego, “outra chaga social, ao ultrapassar o patamar de 13 milhões de brasileiros, somados aos 28 milhões de subutilizados, segundo dados do IBGE, mostra que as medidas tomadas para combatê-lo, até agora, foram ineficazes. Além disto, é necessário preservar os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras”.

A violência, conforme aponta a mensagem, atinge níveis insuportáveis. “Aos nossos ouvidos de pastores chega o choro das mães que enterram seus filhos jovens assassinados, das famílias que perdem seus entes queridos e de todas as vítimas de um sistema que instrumentaliza e desumaniza as pessoas, dominadas pela indiferença. O feminicídio, o submundo das prisões e a criminalização daqueles que defendem os direitos humanos reclamam vigorosas ações em favor da vida e da dignidade humana”, diz o texto.

Segundo o documento, “o verdadeiro discípulo de Jesus terá sempre no amor, no diálogo e na reconciliação a via eficaz para responder à violência e à falta de segurança, inspirado no mandamento “Não matarás” e não em projetos que flexibilizem a posse e o porte de armas”.

Sobre as necessárias reformas política, tributária e da previdência, os bispos afirmam, na mensagem, que elas só se legitimam se feitas em vista do bem comum e com participação popular de forma a atender, em primeiro lugar, os pobres. “O Brasil que queremos emergirá do comprometimento de todos os brasileiros com os valores que têm o Evangelho como fonte da vida, da justiça e do amor”, afirma o texto.

Veja, abaixo, a mensagem na íntegra:

                                                             MENSAGEM DA CNBB AO POVO BRASILEIRO

“Eis que faço novas todas as coisas” (Ap 21,5)

Suplicando a assistência do Espírito Santo, na comunhão e na unidade, nós, Bispos do Brasil, reunidos na 57ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, no Santuário Nacional, em Aparecida-SP, de 1 a 10 de maio de 2019, dirigimos nossa mensagem ao povo brasileiro, tomados pela ternura de pastores que amam e cuidam do rebanho. Desejamos que as alegrias pascais, vividas tão intensamente neste tempo, renovem, no coração e na mente de todos, a fé em Jesus Cristo Crucificado-Ressuscitado, razão de nossa esperança e certeza de nossa vitória sobre tudo que nos aflige.

“Eis que estou convosco todos os dias, até o fim dos tempos” (Mt 28,20)

Enche-nos de esperançosa alegria constatar o esforço de nossas comunidades e inúmeras pessoas de boa vontade em testemunhar o Evangelho de Jesus Cristo, comprometidas com a vivência do amor, a prática da justiça e o serviço aos que mais necessitam. São incontáveis os sinais do Reino de Deus entre nós a partir da ação solidária e fraterna, muitas vezes anônima, dos que consomem sua vida na transformação da sociedade e na construção da civilização do amor. Por essa razão, a esperança e a alegria, frutos da ressurreição de Cristo, hão de ser a identidade de todos os cristãos. Afinal, quando deixamos que o Senhor nos tire de nossa comodidade e mude a nossa vida, podemos cumprir o que ordena São Paulo: ‘Alegrai-vos sempre no Senhor! De novo o digo: alegrai-vos!’ (Fl 4,4) (cf. Papa Francisco, Exortação Apostólica Gaudete et Exultate, 122).

“No mundo tereis aflições, mas tende coragem! Eu venci o mundo” (Jo 16,33).

Longe de nos alienar, a alegria e a esperança pascais abrem nossos olhos para enxergarmos, com o olhar do Ressuscitado, os sinais de morte que ameaçam os filhos e filhas de Deus, especialmente, os mais vulneráveis. Estas situações são um apelo a que não nos conformemos com este mundo, mas o transformemos (cf. Rm 12,2), empenhando nossas forças na superação do que se opõe ao Reino de justiça e de paz inaugurado por Jesus.

A crise ética, política, econômica e cultural tem se aprofundado cada vez mais no Brasil. A opção por um liberalismo exacerbado e perverso, que desidrata o Estado quase ao ponto de eliminá-lo, ignorando as políticas sociais de vital importância para a maioria da população, favorece o aumento das desigualdades e a concentração de renda em níveis intoleráveis, tornando os ricos mais ricos à custa dos pobres cada vez mais pobres, conforme já lembrava o Papa João Paulo II na Conferência de Puebla (1979). Nesse contexto e inspirados na Campanha da Fraternidade deste ano, urge reafirmar a necessidade de políticas públicas que assegurem a participação, a cidadania e o bem comum. Cuidado especial merece a educação, gravemente ameaçada com corte de verbas, retirada de disciplinas necessárias à formação humana e desconsideração da importância das pesquisas.

A corrupção, classificada pelo Papa Francisco como um “câncer social” profundamente radicada em inúmeras estruturas do país, é uma das causas da pobreza e da exclusão social na medida em que desvia recursos que poderiam se destinar ao investimento na educação, na saúde e na assistência social, caminho de superação da atual crise. A eficácia do combate à corrupção passa também por uma mudança de mentalidade que leve a pessoa compreender que seu valor não está no ter, mas no ser e que sua vida se mede não por sua capacidade de consumir, mas de partilhar.

O crescente desemprego, outra chaga social, ao ultrapassar o patamar de 13 milhões de brasileiros, somados aos 28 milhões de subutilizados, segundo dados do IBGE, mostra que as medidas tomadas para combatê-lo, até agora, foram ineficazes. Além disto, é necessário preservar os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras. O desenvolvimento que se busca tem, no trabalho digno, um caminho seguro desde que se respeite a primazia da pessoa sobre o mercado e do trabalho sobre o capital, como ensina a Doutrina Social da Igreja. Assim, “a dignidade de cada pessoa humana e o bem comum são questões que deveriam estruturar toda a política econômica, mas às vezes parecem somente apêndices adicionados de fora para completar um discurso político sem perspectivas nem programas de verdadeiro desenvolvimento integral” (Papa Francisco, Evangelii Gaudium, 203).

A violência também atinge níveis insuportáveis. Aos nossos ouvidos de pastores chega o choro das mães que enterram seus filhos jovens assassinados, das famílias que perdem seus entes queridos e de todas as vítimas de um sistema que instrumentaliza e desumaniza as pessoas, dominadas pela indiferença. O feminicídio, o submundo das prisões e a criminalização daqueles que defendem os direitos humanos reclamam vigorosas ações em favor da vida e da dignidade humana. O verdadeiro discípulo de Jesus terá sempre no amor, no diálogo e na reconciliação a via eficaz para responder à violência e à falta de segurança, inspirado no mandamento “Não matarás” e não em projetos que flexibilizem a posse e o porte de armas.

Precisamos ser uma nação de irmãos e irmãs, eliminando qualquer tipo de discriminação, preconceito e ódio. Somos responsáveis uns pelos outros. Assim, quando os povos originários não são respeitados em seus direitos e costumes, neles o Cristo é desrespeitado: “Todas as vezes que deixastes de fazer isso a um destes mais pequeninos, foi a mim que o deixastes de fazer” (Mt 25,45). É grave a ameaça aos direitos dos povos indígenas assegurados na Constituição de 1988. O poder político e econômico não pode se sobrepor a esses direitos sob o risco de violação da Constituição.

A mercantilização das terras indígenas e quilombolas nasce do desejo desenfreado de quem ambiciona acumular riquezas. Nesse contexto, tanto as atividades mineradoras e madeireiras quanto o agronegócio precisam rever seus conceitos de progresso, crescimento e desenvolvimento. Uma economia que coloca o lucro acima da pessoa, que produz exclusão e desigualdade social, é uma economia que mata, como nos alerta o Papa Francisco (EG 53). São emblemático exemplo disso os crimes ocorridos em Mariana e Brumadinho com o rompimento das barragens de rejeitos de minérios.

As necessárias reformas política, tributária e da previdência só se legitimam se feitas em vista do bem comum e com participação popular de forma a atender, em primeiro lugar, os pobres, “juízes da vida democrática de uma nação” (Exigências éticas da ordem democrática, CNBB – n. 72). Nenhuma reforma será eticamente aceitável se lesar os mais pobres. Daí a importância de se constituírem em autênticas sentinelas do povo as Igrejas, os movimentos sociais, as organizações populares e demais instituições e grupos comprometidos com a defesa dos direitos humanos e do Estado Democrático de Direito. Instâncias que possibilitam o exercício da democracia participativa como os Conselhos paritários devem ser incentivadas e valorizadas e não extintas como estabelece o decreto 9.759/2019.

“Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e sua justiça” (Mt 6,33)

O Brasil que queremos emergirá do comprometimento de todos os brasileiros com os valores que têm o Evangelho como fonte da vida, da justiça e do amor. Queremos uma sociedade cujo desenvolvimento promova a democracia, preze conjuntamente a liberdade e a igualdade, respeite as diferenças, incentive a participação dos jovens, valorize os idosos, ame e sirva os pobres e excluídos, acolha os migrantes, promova e defenda a vida em todas as suas formas e expressões, incluído o respeito à natureza, na perspectiva de uma ecologia humana e integral.

As novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, que aprovamos nesta 57ª Assembleia da CNBB, e o Sínodo para a Pan-Amazônia, a se realizar em Roma, em outubro deste ano, ajudem no compromisso que todos temos com a construção de uma sociedade desenvolvida, justa e fraterna. Lembramos que “o desenvolvimento tem necessidade de cristãos com os braços levantados para Deus em atitude de oração, cristãos movidos pela consciência de que o amor cheio de verdade – caritas in veritate -, do qual procede o desenvolvimento autêntico, não o produzimos nós, mas nos é dado” (Bento XVI, Caritas in veritate, 79). O caminho é longo e exigente, contudo, não nos esqueçamos de que “Deus nos dá a força de lutar e sofrer por amor do bem comum, porque Ele é o nosso Tudo, a nossa esperança maior” (Bento XVI, Caritas in veritate, 78).

A Virgem Maria, mãe do Ressuscitado, nos alcance a perseverança no caminho do amor, da justiça e da paz.

Aparecida-SP,  7 de maio de 2019.

Fonte: CNBB.